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| (Funnel of Love) |
Bem, vou começar minhas resenhas por um filme realmente bem nostálgico. Confesso que só assisti esse filme por causa do elenco, mas agora ele está na lista dos meus favoritos.
Primeiramente, vou comentar o motivo de eu ter assistido:
Tilda Swinton:
Feiticeira Branca em As Crônicas de Nárnia
Alice em Alice no País das Maravilhas
E...
Loki em Thor
E...
É, pois é, um caso irreversível de fangirlzisse
Depois de tantos filmes sobre vampiros, não estava esperando muito de Only Lovers Left Alive, para falar a verdade. Muitos diretores e roteiristas estão aproveitando esse momento de ebulição no universo vampiresco para lançar filmes sobre o assunto e alcançar o sucesso. No entanto, esse filme, em particular, foi tão original quando crítico à nossa sociedade atual.
Adam (Tom Hiddleston) e Eve (Tilda Swinton), os amantes imortais, convivem com uma série de problemas no planeta desde sempre. O filme aborda a imortalidade de um ponto de vista extremamente interessante, demonstrando, junto com isto, a evolução da raça humana. O casal, não por acaso chamado de Adão e Eva, é uma antítese ambulante: homem e mulher, preto e branco, esperança e pessimismo. Além disso, no início da trama, os personagens, vivendo em continentes diferentes, apenas reforçam o ditado de que os opostos se atraem.
Já tendo vivido os tempos áureos de suas existência e, de seus pontos de vista, o ápice de desenvolvimento humano, os vampiros estão em um momento de extrema indiferença e tédio. Os grandes acontecimentos já passaram, e agora há apenas a eternidade inteira à frente. Assim, passam o tempo a acumular objetos e o conhecimento do que foi, até agora, construído.
Outra situação séria que encontram é a obtenção de alimento: os humanos (a.k.a. zumbis) não só corromperam o planeta como a si mesmos, e até o sangue está contaminado. Assim, a sobrevivência deles está em jogo. Eles acabam vivendo na clandestinidade e se esforçando por achar uma fonte confiável de sangue.
Nesse cenário, chega a irmã descontrolada de Eve: Ava (Mia Wasikowska). Ela representa o usual caráter incoercível dos vampiros. Assim, chega-se ao clímax do filme: outra oposição.
Nota Geral:
Elenco:
Fotografia:
Trilha Sonora:
Roteiro:









Gostei do blog e do texto, assertivo na proposta do filme. Vou adicionar seu espaço lá no bogroll do Espectador Voraz para melhor acompanhar. Abraço!
ResponderExcluirFiquei curiosíssima pra ver! Listinha do filmow já!
ResponderExcluirhttp://fernandamachado.fot.br